terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Passageiros de Goytacazes e Parque Saraiva continuam sem ônibus

Eles denunciam que chegam a ficar quase uma hora esperando pelo transporte público

Os moradores do Parque Saraiva e do distrito de Goytacazes, em Campos, estão revoltados com a falta de ônibus nos bairros.

Eles se queixam do descaso da prefeitura de Campos, já que muitos passageiros chegam a ficar até 50 minutos esperando um coletivo.

“No carnaval, a situação fica ainda pior porque muitos ônibus passam cheios ou não param. A nossa situação piorou ainda mais depois que a viação Tamandaré parou de circular”, reclamou Roberta Martins, moradora de Goytacazes.

No Parque Tropical, a situação é ainda pior. Segundo Marcela Gomes de Oliveira, os ônibus pararam de entrar no bairro e os passageiros têm que caminhar até a RJ 216 (Campos/Farol) para ir ao centro da cidade.

“Alguém tem que dar um basta nessa situação. Acho que vai ser preciso fazer uma manifestação com o apoio de toda imprensa. Espero que após o carnaval essa situação seja regularizada”, disse manicure, contatndo que já faltou duas vezes ao trabalho por causa da falta de ônibus.

Na última sexta-feira (8 de fevereiro), o jornal Terceira Via publicou a situação de um idoso que mora no Parque Saraiva. Na ocasião, Alísio Oliveira dos Santos, de 72 anos, disse que aguardou três horas pelo transporte público.

Segundo o idoso, no bairro em que ele mora não há ônibus circulando há um mês. “Se eu quiser sair de casa, tenho que pagar van. Fui ao Centro da cidade e, na volta, fiquei esperando ônibus umas três horas e só consegui até Goytacazes. Agora, estou aqui esperando uma van, já que não consigo andar até minha casa. Isso é um absurdo”, criticou Alísio.

A assessoria de imprensa da Empresa Municipal de Transportes (Emut) disse que a situação só irá melhorar após a renovação de toda a frota, o que, segundo o órgão, acontecerá após o carnaval. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013



Rodoviárias de Campos com movimento tranquilo durante a manhã de sexta

O movimento das estradas que ligam Campos ao Espírito Santo e ao Rio de Janeiro, estão bastante movimentadas
 Carlos Grevi

O movimento das estradas que ligam Campos ao Espírito Santo e ao Rio de Janeiro, estão bastante movimentadas

Faltando apenas algumas horas para o início da festa brasileira mais popular, a cidade de Campos amanheceu movimentada na manhã desta sexta-feira (08/02), véspera de Carnaval.
O comércio da cidade está movimentado, com lojas abertas até ás 18h. Muita gente foi as compras, antes de cair na folia. Os estacionamentos do centro da cidade estão cheios, já que muitas pessoas só viajarão no final da tarde ou até mesmo no sábado.
Na rodoviária Roberto da Silveira o movimento ainda é fraco, a expectativa é de que aumente na tarde desta sexta-feira. Mesmo a maioria não viajando pela manhã, muitos preferem se prevenir e comprar as passagens de ônibus para que não haja imprevisto.
Este é o caso do Maurício Silva, 60 anos, que pela manhã foi à rodoviária comprar sua passagem para o Rio de Janeiro, onde vai passar o Carnaval. “Prefiro comprar a passagem com antecedência, para não correr o risco de não poder viajar. Não irei viajar hoje, mas mesmo assim, quero estar com tudo engatilhado”, contou.
Já no Shopping Estrada, às margens da BR 101, a situação não é diferente. Muitos comprando passagens antecipadas e poucos viajando pela manhã. Segundo a estudante Juliana Miez, 22 anos, o melhor é comprar a passagem antes, mesmo sendo poucas horas antes da viagem.
“Estudo em Campos, mas moro no Espírito Santo, então estou comprando minha passagem agora para viajar mais tarde. Este é um bom momento para curtir sua família e descansar”, disse a jovem.
O movimento das estradas que ligam Campos ao Espírito Santo e ao Rio de Janeiro, estão bastante movimentadas. A Polícia Rodoviária Federal iniciou à zero hora desta sexta, a operação Carnaval 2013 em todas as rodovias federais que dão acesso ao município. Os agentes vão está nas estradas coibindo as ultrapassagens proibidas, falta de cinto de segurança, uso das cadeirinhas e intensificando a fiscalização quanto a ingestão de bebida alcoólica
PRAIAS DA REGIÃO
Em São João da Barra, durante as sextas, sábados e domingos do verão a quantidade de ônibus para Grussaí é três vezes maior. Para o Carnaval terão coletivos de hora em hora de Campos para São João da Barra, a partir das 23h até às 3h30. Já para a volta de São João da Barra para Campos, os coletivos também sairão de hora em hora até às 5h30.
Em Farol, será mantido mantém o mesmo itinerário de ônibus que já estava atendendo a população durante o verão.
Seis ônibus vão ser utilizados no trajeto em dias de maior movimentação na praia, além dos horários que já existem. Além disso, as empresas ficam obrigadas a garantir o transporte dos passageiros até duas horas após o término dos shows programados para o Farol.

URURAU


Horários de ônibus a mais para atender foliões durante o Carnaval

Para São João da Barra coletivos vão rodar a noite toda de hora em hora
 Mauro de Souza/Vagner Basílio

Para São João da Barra coletivos vão rodar a noite toda de hora em hora

Nos períodos de festa é grande o movimento nas rodoviárias de Campos, e no Carnaval não será diferente. Para atender a demanda, novos horários foram colocados para que os foliões possam chegar aos locais desejados.
Um dos destinos mais escolhidos na região é São João da Barra, que além das atrações e shows em Grussaí e Atafona, na sede do município acontece o tradicional desfile de escolas e blocos. Além disso, o Carnaval sanjoanense é considerado o melhor do interior do Estado.
Segundo o chefe de transporte da empresa Campos Tur, José Carlos Rocha, a quantidade de coletivos vai aumentar durante a noite e madrugada.
“Nos dias normais nós operamos com 14 carros, mas durante as sextas, sábados e domingos do verão a quantidade de ônibus que vão para Grussaí é três vezes maior. Para o Carnaval nós vamos colocar carros de hora em hora de Campos para São João da Barra, a partir das 23 até às 3h30. Já para a volta de São João da Barra para cá os coletivos também sairão de hora em hora até às 5h30. Também vamos atuar com um circular que vai atender desde o público que está na Lagoa, passando por Grussaí, Atafona até chegar à sede”, disse.
O valor da passagem para o litoral sanjoanense aumentou de R$ 9,50 para R$ 10 e o reajuste começou a valer desde o início deste mês.
“Esse aumento é determinado pelo Governo Estadual e é anual. É o reajuste das tarifas intermunicipais e já está em vigor desde o início de janeiro, nós que prolongamos e começamos a operar agora”, explicou.
FAROL
De acordo com a Empresa Municipal de Transportes (Emut) para o litoral campista mantém o mesmo itinerário de ônibus que já estava atendendo a população durante o verão.
Seis ônibus vão ser utilizados no trajeto em dias de maior movimentação na praia, além dos horários que já existem. Além disso, as empresas ficam obrigadas a garantir o transporte dos passageiros até duas horas após o término dos shows programados para o Farol.
“Como normalmente esses eventos terminam na madrugada, como a portaria se estende por mais duas horas e o primeiro horário previsto é 4h30, a medida vai garantir a circulação de ônibus durante todo o período da madrugada”, garantiu o presidente da Emut, Álvaro Oliveira.
O setor de fiscalização da Emut vai orientar os fiscais que trabalham na Rodoviária do Farol de São Thomé, a incentivar os passageiros a fazerem o deslocamento em pé, já que a maior parte deles abre mão da viagem em algumas ocasiões, preferindo aguardar um novo coletivo, onde possam viajar sentados. Por determinação de lei, os ônibus que fazem o trajeto do Farol para Campos ou vice-versa, podem transportar até 44 passageiros sentados e 36 em pé.
“Vamos orientar os fiscais a facilitar o transporte desses passageiros que preferem a viagem mais rápida, mesmo abrindo mão de um conforto maior, como forma de agilizar a viagem”, afirmou.
O transporte alternativo, também, vai ter o horário extra, a vista uma portaria publicada no Diário Oficial do município no início de janeiro determina que as vans também passem a adotar o horário estendido de duas horas após os eventos para a circulação entre Farol e Campos, o que vai aumentar ainda mais o número de vagas oferecidas.

URURAU

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


Macaé - Prefeitura reforça número de ônibus circulando no Carnaval

07/02/2013 17h33 - Jornalista: Elis Regina Nuffer

Foto: Guga Malheiros




Vão ser 160 ônibus distribuídos pelos dias de Carnaval em Macaé.


A população contará com 160 ônibus distribuídos nos quatro dias de Carnaval, em Macaé, atendendo os usuários nos bairros onde haverá eventos. A Prefeitura de Macaé colocará 40 ônibus de reforço, no sábado (9); 40 no domingo (10); 45 na segunda-feira (11); e 35 na terça-feira (12), último dia de folia. Além disso, os coletivos que atendem diariamente os bairros do município vão operar normalmente durante a festa de momo.

Equipes com pessoal de apoio e coordenadores nos principais pontos de eventos com viaturas percorrerão os bairros, detectando possíveis demandas. O trabalho será feito pelo Sistema Integrado de Transporte (SIT), em parceria com a Secretaria de Mobilidade Urbana, que também terá pessoal de apoio nas ruas, auxiliando usuários do transporte coletivo e fazendo a redistribuição da frota conforme as demandas.

A frota de ônibus na cidade foi renovada. No dia 28 de janeiro, o prefeito Dr. Aluízio recebeu 50 novos ônibus que já reforçam o transporte público de Macaé com uma frota que está entre as mais novas do país, com idade média de dois anos, enquanto a média nacional nas capitais é de 5,5 anos, elevando para até 10 anos em cidades do interior.

Ônibus dedicados para o Carnaval:

Linha Verde (Cidade do Samba) – sábado (9), 15 ônibus

domingo (10), 15 ônibus

segunda-feira (11), 20 ônibus

terça-feira (12), 10 ônibus

Lagoa de Imboassica (via Cavaleiros e Imbetiba) – 10 ônibus por dia de sábado a terça-feira

Barra (Bar do Côco) – 10 ônibus por dia de sábado a terça-feira

Serra (Glicério e Córrego do Ouro) – 5 ônibus por dia de sábado a terça-feira.

Fonte: Prefeitura de Macaé

Nova pesquisa da Uenf aponta dificuldades no transporte coletivo

Esta é a segunda avaliação da Uenf com relação ao transporte público municipal
 Carlos Grevi

Esta é a segunda avaliação da Uenf com relação ao transporte público municipal

Não é de hoje que a população de Campos vem se mostrando insatisfeita com o transporte público da cidade. Sejam por ônibus precários ou baixa demanda de coletivos, moradores, principalmente de localidades e distritos mais distantes, se sentem prejudicados com o serviço. A indignação é tamanha que a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) publicou mais uma pesquisa, dessa vez referente a não promoção de uma maior acessibilidade no transporte do município.
A pesquisa embasou a tese de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da instituição, da estudante Isroberta Rosa Araújo, que buscou descobrir até que ponto a política de ‘transporte a um real’, implantada há cerca de quatro anos em Campos, conseguiu promover uma maior acessibilidade?
Intitulada ‘Mobilidade urbana e políticas públicas no município de Campos dos Goytacazes: um estudo da política de transportes a um real’, a pesquisa divulgou que a política da cidade proporcionou aumento da mobilidade, mas não da acessibilidade, pois não conseguiu promover a democratização dos espaços do município. A diminuição do preço da passagem provocou um aumento considerável do número de usuários, mas este não foi acompanhado pela melhoria da prestação de serviços.
“Os problemas foram potencializados, pois os ônibus trafegam lotados, em péssimas condições de uso e com frota antiga, ultrapassando algumas vezes a idade de uso”, diz a estudante.
Segundo Isroberta, a oferta inadequada de transporte coletivo vem estimulando o uso do transporte individual, aumentando os níveis de poluição e congestionamentos em Campos. Ela observa que o sistema viário ideal é aquele que prioriza a dimensão humana, facilitando a circulação de pedestres, ciclistas e meios de transporte público coletivo, em detrimento do transporte individual motorizado.
“Ao mesmo tempo, a falta de planejamento e controle do uso do solo provoca a expansão urbana horizontal, aumentando as distâncias a serem percorridas e os custos da provisão dos serviços para as áreas periféricas, onde a oferta se torna deficitária”, afirma.
De acordo com a pesquisadora, a política de transporte a um real é deficiente, pois não é acompanhada de medidas de planejamento urbano que ordenem as atividades de uso do solo com as de transporte, de forma articulada. Esta ausência de planejamento, afirma, compromete a mobilidade e a acessibilidade urbana, além de criar desconforto para a população.
A Empresa Municipal de Transportes (Emut) informou por meio de nota que a implantação da passagem social a um real no município de Campos já deu mostras de que favorece toda população, possibilitando o deslocamento dos campistas por todas as áreas do município, sem os gastos que, anteriormente, impossibilitavam que muitos pudessem exercer uma atividade financeira, em função dos altos gastos com transportes.
O resultado, segundo a empresa, pode ser visto pela boa aceitação da população, que vai passar a contar nos próximos meses com um benefício ainda maior.
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REDAÇÃO/ASCOM UENF

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Política de transporte a um real é deficiente’, diz pesquisadora da Uenf

Segundo Isroberta, a oferta inadequada de transporte coletivo estimula o uso do transporte individual e aumenta a poluição em Campos

Até que ponto a política de ‘transporte a um real’, implantada há cerca de quatro anos em Campos, conseguiu promover uma maior acessibilidade? Esta foi uma das questões que Isroberta Rosa Araújo buscou descobrir em sua pesquisa de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf).

Intitulada ‘Mobilidade urbana e políticas públicas no município de Campos dos Goytacazes: um estudo da política de transportes a um real’, a pesquisa teve a orientação do professor Hernán Armando Mamani, do Laboratório de Engenharia de Produção (Leprod) da Uenf.

Segundo Isroberta, a política proporcionou aumento da mobilidade, mas não da acessibilidade, pois não conseguiu promover a democratização dos espaços da cidade. A diminuição do preço da passagem provocou um aumento considerável do número de usuários, mas este não foi acompanhado pela melhoria da prestação de serviços.

“Os problemas foram potencializados, pois os ônibus trafegam lotados, em péssimas condições de uso e com frota antiga, ultrapassando algumas vezes a idade de uso”, diz.

Segundo Isroberta, a oferta inadequada de transporte coletivo vem estimulando o uso do transporte individual, aumentando os níveis de poluição e congestionamentos em Campos. Ela observa que o sistema viário ideal é aquele que prioriza a dimensão humana, facilitando a circulação de pedestres, ciclistas e meios de transporte público coletivo, em detrimento do transporte individual motorizado.

“Ao mesmo tempo, a falta de planejamento e controle do uso do solo provoca a expansão urbana horizontal, aumentando as distâncias a serem percorridas e os custos da provisão dos serviços para as áreas periféricas, onde a oferta se torna deficitária”, afirma.

Política deficiente - De acordo com a pesquisadora, a política de transporte a um real é deficiente, pois não é acompanhada de medidas de planejamento urbano que ordenem as atividades de uso do solo com as de transporte, de forma articulada. Esta ausência de planejamento, afirma, compromete a mobilidade e a acessibilidade urbana, além de criar desconforto para a população.

“A boa mobilidade é fruto de políticas que, entre outras coisas, proporcionem o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, priorizem os modos coletivos e não individuais e motorizados de transporte, eliminem ou reduzam a segregação espacial e, por fim, contribuam para a inclusão social, favorecendo também a sustentabilidade ambiental”, finaliza.

Ascom/Uenf com redação

sábado, 2 de fevereiro de 2013

 2013
EM 2013 O BUS CAMPOS VEM TRAZENDO NOVOS COLABORADORES
FIQUE BEM INFORMADOS 
COM ELES 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013


Macaé - 50 novos ônibus entregues: frota de Macaé entre as mais modernas do país

28/01/2013 18h22 - 
Jornalista: Elis Regina Nuffer


Foto: Maurício Porão




Novos ônibus são eficientes para acessibilidade de pessoas com deficiência física, GPS (sistema de posicionamento global), ar condicionado e câmeras que gravam a entrada e saída de pessoas


É importante fomentar o transporte coletivo no município para que as pessoas sintam-se motivadas a utilizar os ônibus e a deixar seus carros na garagem. A restrição do uso de automóvel significa cidade desenvolvida e é possível com o trânsito ordenado. O transporte coletivo representa a mobilidade da população que tem de ser feita com eficiência, sem muitos veículos nas ruas, que é o que buscamos para Macaé”. Com essa afirmação o prefeito Dr. Aluízio recebeu os 50 novos ônibus que passarão a fazer parte da frota do transporte público de Macaé. Com a aquisição, realizada pela empresa concessionária SIT-Macaé, a frota da cidade passa a ser uma das mais novas do país, com idade média de dois anos, enquanto a média nacional nas capitais é de 5,5 anos, elevando para até 10 anos em cidades do interior.

As melhorias não param por aí, a previsão é de que ainda neste primeiro semestre mais 46 novos ônibus sejam integrados à frota. Os novos ônibus começam a atender os usuários já a partir desta terça-feira (29) possibilitando melhor distribuição nas mais de 30 linhas existentes, com prioridade de reforço nas mais movimentadas que são Lagomar e Cehab. 

Hoje são 200 ônibus diariamente nas ruas de Macaé, transportando cerca de 100 mil passageiros por dia e percorrendo aproximadamente oito mil quilômetros diários de bairro a bairro. As informações foram passadas pelo diretor executivo da SIT, Renato Monteiro, no momento da apresentação dos novos ônibus, no Terminal da Lagoa, que está desativado e foi o lugar escolhido para apresentação da nova frota para não atrapalhar o trânsito. Segundo Renato, a questão ambiental também é levada em conta na hora de renovar a frota. Todos os veículos são movidos a diesel S50 que contém menos enxofre e, por isto, lança menos partículas nocivas na atmosfera, conforme resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente. 

Os novos ônibus são eficientes para acessibilidade de pessoas com deficiência física, GPS (sistema de posicionamento global), ar condicionado e câmeras que permitem gravar a entrada e saída de pessoas, registrando o movimento em tempo real, oferecendo mais segurança aos usuários. Segundo Dr. Aluízio para mudar o conceito e fazer um transporte coletivo de qualidade e atraente a prefeitura vai garantir cada vez mais eficiência no transporte urbano rodoviário. Para isto os esforços serão direcionados na melhoria da gestão do trânsito e transporte, o que possibilitará aumentar a velocidade de tráfego dos veículos e evitar os congestionamentos em alguns pontos de ônibus. São medidas de política pública sustentável que serão anunciadas, em breve, e beneficiarão não só os usuários de ônibus, como todos os condutores e até pedestres no município. 

A mobilidade urbana é uma das prioridades da nova gestão municipal, esta área tem ganhado novo fôlego com aumento da fiscalização, para cumprimento de normas previstas no Código Nacional de Trânsito (CTB), que além de ampliar a segurança no trânsito, contribuem para o melhor deslocamento. Outras medidas como definição de novas áreas para ponto de táxi e estacionamento na área central já estão demostrando efeitos positivos na região, que registra alto índice de atração de pessoas. A perspectiva do governo municipal é atuar nestas vertentes que fazem parte do desafio de governantes do Brasil e do mundo que é o trânsito, com planejamento viário e cumprimento da legislação e o transporte, com a qualificação do sistema.

Fonte: Prefeitura de Macaé

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


Impasse entre funcionários da Tamandaré persiste e greve continua

Categoria de reuniu na tarde desta quarta-feira no pátio da empresa, mas nada foi resolvido
 Carlos Grevi

Categoria de reuniu na tarde desta quarta-feira no pátio da empresa, mas nada foi resolvido

Funcionários da Tamandaré se reuniram, no pátio da empresa em Campos, na tarde desta quarta-feira (23/01) com o presidente da Comissão de Transporte e Trânsito da Câmara Municipal, José Carlos Gonçalves, do PSDC, para tentar encontrar uma solução para quitação dos direitos trabalhistas da categoria que estão atrasados desde dezembro do ano passado, além de outras pendências trabalhistas.
O representante do Legislativo e funcionários foram recebidos por um gerente da empresa e foi agendada uma reunião com o proprietário da empresa de ônibus, para a próxima terça-feira (29/01), às 14h, na Casa de Leis. Os funicionários cruzaram os braços na última segunda-feira.
Além do vereador e do encarregado de transporte da Tamandaré, participaram da reunião um advogado e três representantes dos funcionários.
Segundo José Carlos a empresa tende a ter mais dificuldades, pois com pequeno número de veículos circulando a tendência é que menor recurso oriundo do Projeto Cartão Cidadão, seja conquistado pela empresa. O vereador destacou ainda que a Prefeitura está em dia com o pagamento dos recursos do projeto da passagem à R$ 1,00 e que a informação é de que 30% dos recursos da Prefeitura, já ficam retidos na Justiça para pagamento de acordos e cobranças judiciais também de acordos trabalhistas.
“Entendemos que o melhor caminho é o acordo, pois já existe uma fila na justiça dos trabalhadores que a acionaram para receberem seus direitos. Agora vamos esperar o proprietário da empresa para saber o que ele vai apresentar de ideia. O que não pode é ficar desta forma, com o transporte da cidade e os funcionários sendo prejudicados”.
A empresa, que já teve uma frota de aproximadamente 120 coletivos, que cobriam 20 linhas em Campos, hoje, segundo o funcionário Moisés Sebastião de Souza, conta com apenas quatro ônibus, para atender a duas linhas, Ururaí e Goitacazes.   
Ainda segundo Moisés, cerca de 80 funcionários, entre motoristas, cobradores, mecânicos e administrativo, estão sem receber o salário de dezembro, a segunda parte do 13º é férias. Eles também denunciam que o FGTS não está sendo depositado e que o recolhimento do INSS também não está sendo feito. 
“Precisamos de uma solução, pois tem colegas de trabalho que já estão passando por necessidades. Não é possível que nenhuma autoridade não se sensibilize com a nossa causa. Queremos o que é nosso por direito”, desabafou Moisés. 
Durante a reunião os funcionários chegaram a ser convidados a retomarem as atividades, segundo Moisés, mas não aceitaram. “O gerente disse que podíamos voltar a trabalhar, mas só faremos isso depois de receber tudo que está em atraso. Sem falar que os ônibus que têm na garagem não estão em condições de ir pra rua. Estão em péssimas condições”, disparou. 

URURAU